Um dos filmes mais esperados do ano é a versão cinematográfica do best-seller “The Da Vinci Code”, estrelada por Tom Hanks, com direção de Brian Grazer e John Calley, que chega aos cinemas no dia 19 de maio. O roteiro conta a história da morte misteriosa de um curador do Museu do Louvre, que pertencia a uma sociedade secreta e guardava mensagens cifradas de obras de Leonardo Da Vinci, sobre supostos segredos da história cristã.
O livro “The Da Vinci Code”, em destaque na lista de best-sellers do New York Times, cativou a atenção de milhões de leitores, motivou um programa especial no horário nobre na ABC News, e está para ser lançado como um importante filme de Hollywood, em 2006. O livro prende o leitor com uma estória excitante de aventura e intriga, fazendo-o acompanhar seus personagens numa louca incursão pela Europa, à medida que procuram indícios da verdadeira identidade de Jesus Cristo. E o filme, estrelado por Tom Hanks, apresenta a mesma linha fictícia do livro.
O problema é que o livro aborda a vida de Jesus de uma maneira completamente antibíblica, ofensiva e estarrecedora para os que nEle crêem. Assim como tantos outros ataques à integridade de Jesus Cristo, “The Da Vinci Code”, declara que Jesus realmente existiu, mas que Ele era meramente humano, e não, divino. Na realidade, os personagens do livro alegam, de forma insultuosa, que Jesus foi casado com Maria Madalena e que teria deixado uma linhagem de descendentes humanos, alguns dos quais estariam vivos hoje.
O enredo gira em torno de uma série de indícios ocultos nas obras de Leonardo da Vinci, que pintou “Mona Lisa” e “A Última Ceia”. O romance apresenta Da Vinci como membro de uma sociedade secreta chamada “Priorado de Sião”, fundada em 1099. O livro também liga algumas celebridades como Sir Isaac Newton, Victor Hugo e Claude Debussy à teoria da conspiração de que o priorado teria deliberadamente escondido a “verdade” sobre Jesus e Maria Madalena, do resto do mundo durante séculos.
O romance envolve a história de Robert Langdon, um simbologista de Harvard, e uma criptógrafa francesa chamada Sophie Neveu. Juntos, eles teriam encontrado uma série de vestígios criptografados que revelam os “segredos” do Cristianismo: que Deus seria uma mulher, Jesus teria descendentes e que Maria Madalena seria divina. O livro alega que essas verdades estariam escondidas numa série de documentos secretos chamados de “Documentos do Santo Graal”.
Dan Brown tece uma narrativa com grande poder de entretenimento. Ele afirma que Maria Madalena seria o Santo Graal, o cálice de Cristo, que ela e Jesus seriam os progenitores da linhagem merovíngia de governantes europeus, e que ela estaria sepultada sob a pirâmide invertida de vidro, no Louvre, em Paris, onde ainda hoje se poderia sentir emanações de seu espírito divino.
O romance descreve o Cristianismo como uma gigantesca conspiração baseada numa grande mentira: a divindade de Cristo. Os personagens de Brown sugerem que os apóstolos e pais da igreja seriam nada mais do que opressores patriarcais que teriam suprimido a adoração à “divindade feminina”. Na verdade, o livro descreve os Evangelhos do Novo Testamento como produtos humanos de pessoas anti-feministas, que teriam procurado reinventar o Cristianismo para oprimir as mulheres e reprimir a adoração à deusa.
A agenda feminista é ostentosa por todo o romance, alegando que a igreja primitiva, dominada por homens e liderada por Pedro, teria se voltado contra Maria Madalena após a morte de Jesus e provocado sua fuga para a França (a antiga Gália). Então, o imperador Constantino teria convenientemente deificado Jesus a fim de consolidar seu controle sobre o mundo. O livro indica que na votação do Concílio de Nicéia, sobre a divindade de Cristo, o resultado teria sido apertado. Na realidade, houve 300 votos favoráveis e apenas dois contrários. Dificilmente essa pode ser considerada uma eleição disputada! Mas, definitivamente, a precisão histórica não é o ponto forte do romance.
FILME COM MICHAEL W. SMITH CHEGA AOS CINEMAS EM FEVEREIRO
O filme “The Second Chance”, que tem como protagonista o cantor gospel Michael W. Simith, e conta com a participação do ator e diretor Jeff Obafemi Carr (Jake Sanders) e o produtor de cinema Steve Taylor, chega aos cinemas no dia 17 de fevereiro. O filme conta a história de dois homens, um de uma igreja de brancos e outro de uma igreja de negros, e que começam a trabalhar num projeto de restauração de um subúrbio nos Estados Unidos. Durante esse tempo juntos, os dois líderes e as suas congregações, descobrem as diferenças na forma de evangelismo de trabalho com grupos diferenciados. A forma de pensar, a criação, a própria estrutura das igrejas e a experiência de cada um, leva a tomadas diferentes de decisão, que afetam as pessoas de uma forma nunca imaginada. Para saber mais sobre o filme e os cinemas que estão apresentando “The Second Chance”, visite os sites www.michaelwsmith.com e www.thesecondchancemovie.com. |